LIBERTE-SE: Seis meses após tragédia do Rio Doce, em solidariedade, a Campanha Liberte-se dos Combustíveis Fósseis lança uma série de vídeos mostrando os impactos que projetos industriais de grande porte provocaram nas comunidades tradicionais do litoral do Espírito Santo.

Em 5 de novembro de 2015, o mundo assistiu estarrecido, quase em tempo real, o que se configuraria ser um desastre ambiental de enormes proporções. Seis meses depois de ver a lama da Samarco/BHP/Vale viajar de Mariana, em Minas Gerais, até à foz do Rio Doce no Espírito Santo e seguir para litoral da Bahia e do Espírito Santo, os habitantes dos três estados ainda tentam assimilar os impactos ambientais, econômicos e sociais causados pela lama.

Na foz do Rio Doce no Espírito Santo, na cidade de Linhares, o cenário é de completa desesperança. Para amplificar a voz de lideranças indígenas, pescadores e comunidades tradicionais que vivem no litoral capixaba, a 350.org Brasil e COESUS – Coalizão Não Fracking Brasil e pela Sustentabilidade – produziram uma série de quatro vídeos que registra a memória desta tragédia. Os vídeos trazem depoimentos de pescadores impactados pela lama da Samarco/BHP/Vale e de lideranças indígenas que também tiveram seu território desmatado pela Aracruz Celulose e invadido pelo gasoduto da Petrobrás.

Assista aos vídeos: